A
PARÁBOLA DO FILHO PRÓDIGO
Nossa breve jornada pelo cristianismo primitivo não foi motivada por
saudosismo, nem pela intenção Deixemos que o evangelista nos conte, mais uma
vez, sua linda mensagem de esperança para todos nós, peregrinos há muito
desgarrados e humilhados em terra distante, que ansiamos voltar à Casa do Pai.
"Um homem tinha dois filhos. O mais jovem disse ao pai: '-Pai, dá-me
a parte da herança
que me cabe'. E o pai dividiu os bens entre eles. Poucos dias depois, ajuntando
todos os seus haveres, o filho mais jovem
partiu para uma região longínqua e ali dissipou sua herança numa vida devassa. E gastou tudo.
Sobreveio àquela região uma grande fome e ele começou a passar
privações. Foi, então, empregar-se com um dos homens daquela região, que o mandou para seus campos cuidar dos porcos. Ele
queria matar a fome com as bolotas (cascas)
que os porcos comiam, mas ninguém lhes dava. E caindo em si, disse: '-Quantos servos de meu pai têm pão com fartura, e eu aqui,
morrendo de fome! Vou-me embora, procurar o meu pai e dizer-lhe: Pai,
pequei contra o Céu e contra ti; já não sou mais digno de ser chamado teu filho. Trata-me como um dos teus
empregados'. Partiu, então, e foi ao encontro
de seu pai. Ele estava ainda longe, quando seu pai viu-o, encheu-se de
compaixão, correu e lançou-se lhe ao pescoço, cobrindo-o de beijos. O
filho, então, disse-lhe: '-Pai, pequei contra o Céu e contra ti; já não sou
digno de ser chamado teu filho'. Mas o pai disse aos seus servos: '-Ide
depressa, trazei a melhor túnica e revesti-o com ela, ponde-lhe um anel no dedo
e sandálias nos pés. Trazei o novilho cevado
e matai-o; comamos e festejemos, pois este meu filho estava morto e
tornou a viver; estava perdido e foi reencontrado!' E começaram a festa. Seu filho mais velho estava no campo. Quando
voltava, já perto de casa ouviu músicas e danças. Chamando um servo,
perguntou-lhe o que estava acontecendo. Este lhe disse: '-É teu irmão que
voltou e teu pai matou o novilho cevado, porque o recuperou com saúde'. Então
ele ficou com muita raiva e não queria
entrar. Seu pai saiu para suplicar-lhe. Ele porém, respondeu a seu pai: '-Há tantos anos que eu te sirvo,
e jamais transgredi um só dos teus mandamentos,
e nunca me deste um cabrito para festejar com meus amigos. Contudo, veio esse
teu filho, que devorou teus bens com prostitutas, e para ele matas o novilho
cevado!' Mas o pai lhe disse: '-Filho, tu estás sempre comigo, e tudo o que é
meu é teu. Mas era preciso que festejássemos e nos alegrássemos, pois esse teu
irmão estava morto e tornou a viver, ele estava perdido e foi reencontrado!" (Lc 15:11-32).
Para a maior
parte dos cristãos, que por diversas vezes ouviram referências a essa parábola
em sermões dominicais, a estória significa pouco mais do que a infinita
generosidade do Pai, que recebe de braços
abertos o filho pródigo que saiu de sua Casa para entregar-se à devassidão,
dissipando sua herança. É mais uma lembrança de que o erro não compensa,
mas que, em última análise, se tivermos a desgraça
de cair no pecado (e quem não caiu incontáveis vezes?) podemos, por meio da
verdadeira contrição, ser perdoados e recebidos de novo pelo Pai. Essa
interpretação singela tem seus méritos e satisfaz
a grande massa dos fiéis. Mas existe muito mais riqueza por trás dessa
parábola, que é um verdadeiro exemplo
de quantos ensinamentos podem estar velados na linguagem do simbolismo.
O respeitado
pesquisador e autor Geoffrey Hodson (2) afirma que essa parábola pode ser interpretada
tanto do ponto de vista macro como do microcósmico, pois todas as alegorias
apresentadas na Linguagem Sagrada são
passíveis de diferentes níveis de interpretação. Isso deve-se a natureza essencial
da unidade de toda a manifestação, desde o infinitamente grande até o
infinitamente pequeno, tanto nos planos mais elevados como nos mais
grosseiros. Esse é o sentido do homem ter sido criado à imagem e semelhança de
Deus. Visto sob outro ângulo, o homem é aquele ser em quem o espírito mais elevado e a matéria mais densa estão unidos pela
mente.
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Segundo aquele autor, a parábola do
Filho Pródigo descreve, de forma simplificada, o processo
cíclico de descida consciente da
vida do Logos à matéria e seu eventual retorno à origem, à Casa do Pai, devidamente enriquecida pela experiência do
processo, como simbolizado pela boa vinda concedida pelo Pai a seu filho. A
parábola oferece um magnífico cenário, onde os atores e as principais etapas da
jornada da alma, segundo a interpretação de G. Hodson podem ser
apresentados resumidamente da seguinte
forma:
O Pai. Representa o eterno e
infinito Genitor, do qual o temporário e o finito são gerados. Ele é causa primordial de toda a manifestação, sendo uma
Existência ilimitada e incognoscível.
O Filho mais Velho. No sentido macrocósmico, personifica os elohim, as
inteligências criadoras ou arcanjos, que nunca perdem a consciência da unidade
com sua Fonte divina, permanecendo, portanto, em casa. No sentido microcósmico,
representa a Centelha Divina no homem, ou a Mônada humana, que também permanece
em unidade com a Fonte divina. As Mônadas são provavelmente os anjos que estão sempre voltados para a Divina Presença.
O Filho
Pródigo. Macrocosmicamente representa o aspecto imanente do Logos, a vida
divina interior
que embarca na grande peregrinação pelos diferentes planos da manifestação. No
seu sentido microcósmico, representa o raio projetado da Mônada que, no seu
devido tempo, manifesta-se a nível da inteligência abstrata como a alma
espiritual em sua veste imortal de luz, o Cristo interior. Ele é o Deus peregrino que habita no homem, seu Eu Superior,
que passa por infindáveis experiências ao longo de suas muitas encarnações na Terra.
A Casa do Pai. A consciência do Logos do Universo (o Pai) está
estabelecida em seu mundo espiritual mais elevado. Alegoricamente, o Pai
permanece em casa com as inteligências criativas cósmicas, o
filho mais velho. Essa é a residência celestial do 'Pai que está nos Céus'.
Ele toma a sua parte da herança e
parte em viagem. A 'parte da herança' representa a porção de vida cósmica alocada a uma unidade individual em
manifestação. Esse evento é, às vezes, descrito como a 'queda dos anjos', dando
uma conotação infeliz ao processo, pois a saída da Casa do Pai é uma parte essencial do Plano Divino. Um símbolo mais
apropriado é a plantação de sementes, que são enterradas na escuridão do solo, de onde germinarão, no seu
devido tempo, quando regadas com a água da vida e fortalecidas com a luz
do espírito. Num sentido pessoal, a 'herança' refere-se aos poderes armazenados
no Eu Superior. Quando o homem chega ao 'país distante', isto é, manifesta-se
no mundo das formas, esses poderes serão
expressos de inúmeras maneiras, algumas temporariamente infrutíferas, insatisfatórias, daí a parábola dizer que o filho
dissipou a herança de forma 'pródiga'.
A região
longínqua. O país distante é o espaço virgem sobre o qual o novo Sistema Solar
será construído, ou como diziam os gnósticos, o Grande Abismo.
No sentido microcósmico, o país distante é o campo evolutivo, incluindo,
portanto, os planos mental, emocional, etérico e físico, dos quais o corpo físico, por ser o mais denso, é geralmente tido
como a prisão do Ego imortal.
Dissipar a herança. Refere-se à Eterna Oferenda pela qual o Logos
sacrifica Sua essência espiritual para que Seu Universo possa existir. É a
crucificação voluntária do Cristo cósmico, o Filho Pródigo. Como se trata de um processo de limitação da vida
universal da Deidade do universo, vincula-se alegoricamente como a dissipação da herança.
Uma grande fome. No sentido macrocósmico, representa a inércia que
resulta do equilíbrio temporário entre Espírito e matéria, quando é alcançado o
ponto mais denso da manifestação. Microcosmicamente, refere-se à ausência
de compreensão espiritual da mente concreta durante a etapa inicial da peregrinação da alma, quando não recebe
conscientemente nenhum impulso espiritual, mas vive para a gratificação da personalidade de forma
deliberadamente egoísta e sensual. Fome e sede são também símbolos do
anseio pela verdade. Embora a fome e a sede físicas possam ter consequências
desastrosas,
a fome e a sede da alma são auspiciosas, pois representam o prelúdio da busca
da verdade.
Ele se emprega para cuidar de
porcos. O porco é um símbolo dos instintos e desejos mais baixos e sensuais do homem. Isso significa que o filho
pródigo chegou ao fundo do poço da materialidade, sensualidade e depravação.
Ele alimenta
os porcos. No sentido macrocósmico, a vida una (o filho pródigo) vitaliza as
formas materiais
grosseiras (os porcos). Sem essa alimentação interior eles morreriam de
inanição (fome). De forma similar, a Mônada,
como microcosmo, supre o poder e 'alimenta' espiritualmente a alma que, por sua vez, inspira e vitaliza a personalidade. Na
aplicação pessoal do símbolo, alimentar os porcos significa dar energia
vital para as tendências animalescas, indicativas da vulgaridade que ocorre no
ponto mais denso da jornada evolutiva.
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Ele queria matar a fome com as cascas
jogadas aos porcos. As cascas são os revestimentos
físicos
exteriores, ou as formas temporárias. Comer cascas, então, simboliza existência
e experiência no
interior da forma externa mais densa. Para o intelecto humano, essa fase da
jornada corresponde ao estágio evolutivo em
que a mente é incapaz de apreender as ideias e verdades abstratas e espirituais,
daí alimentar-se com as ideias concretas. A percepção de que as cascas, ou a
natureza efêmera das formas exteriores, são inteiramente insatisfatórias produz
um anseio pelas realidades permanentes
interiores. Essa é a verdadeira 'fome' por Deus, o anseio da alma pela união
com sua verdadeira Fonte.
Mas ninguém
lhes dava. A fome ainda perdura. A descoberta da realidade pelo homem é acompanhada pela compreensão de que a fome da alma nunca poderá ser
satisfeita por 'comida' do exterior, e que a peregrinação
da alma não terminará enquanto houver dependência de apoios externos. Esse é também um indício da solidão do místico.
Os servos de seu Pai comem enquanto ele passa fome. O
ciclo de descida à matéria está chegando ao fim, pois o filho pródigo pensa em seu
lar. O místico, faminto por alimento espiritual, contempla a casa do Pai, os
seres espirituais e as inteligências criativas, os servos do Supremo, que têm
comida em abundância. O homem que começa a despertar espiritualmente percebe
lentamente que somente através do serviço ao próximo poderá encontrar o caminho
de casa e trilhá-lo até o fim. Somente pelo
serviço o homem pode tornar-se Senhor do Todo. Está implícita a necessidade de
humildade e a subserviência da
personalidade ao Eu espiritual.
Vou-me
embora. Macrocosmicamente, o ponto mais baixo da involução foi atingido e a
viagem de retorno começa. Microcosmicamente, o filho pródigo fala pela primeira
vez, indicando que a vida universal no homem
atingiu a autoconsciência e a individualidade, capacitando-o a entrar deliberadamente
no caminho de retorno. Seu arrependimento expressa um estágio de maturidade no qual descobre que nenhum objeto exterior pode
satisfazer espiritualmente a alma, ou 'salvar' qualquer ser humano. A
busca da satisfação começa a ser direcionada para o interior e para cima. Simbolicamente, o filho pródigo arrepende-se de
seus erros anteriores, descobre o verdadeiro caminho e começa a jornada de retorno.
E ele partiu e foi ao encontro de
seu Pai. Ainda que a longa e árdua jornada de volta à casa do Pai não seja explicitada (a via normal ou o
caminho acelerado), a meta é atingida finalmente. Tendo escolhido as realidades permanentes, o homem entra
no Caminho do Discipulado e acelera a viagem. A ilusão da separatividade é superada, e a consciência universal, a
condição da Casa do Pai, é atingida.
Seu Pai corre para recebê-lo,
dando calorosas boas vindas e o beija. Quando o caminho de retorno é trilhado,
num certo ponto ocorre um afluxo de poder divino. A partir de então, para cada passo que o aspirante dá em direção ao alto, seu
Mestre dá dois passos em sua direção, alegoricamente seu Pai corre para
abraçá-lo. No sentido iniciático, o beijo simboliza a descida da força monádica sobre o candidato, por meio da voz
e do tirso do hierofante na iniciação. Nesse sentido, o beijo representa
a união das energias telúricas com as energias espirituais no centro da cabeça do iniciado, conferindo iluminação.
O filho pródigo confessa ser indigno. A confissão metafórica revela que,
quando o ciclo evolutivo
está prestes a terminar, o peregrino compreende o quanto a descida à matéria
macula a expressão do Espírito. Da mesma
forma, quando o Eu Superior alcança um certo grau de autoconsciência e é
capaz de transmitir esse fato à mente e ao cérebro do homem mortal, então a
motivação e a conduta não-espirituais anteriores são deploradas e renunciadas.
A adoção natural dessa atitude de
reconhecimento, renúncia e entrega marca uma fase muito importante no desenvolvimento do homem. Em cada encarnação,
esse processo de arrependimento também ocorre no momento da morte, quando a alma passa em revista toda a vida da
personalidade.
O Pai disse: trazei a melhor
veste. Vestimenta nova é símbolo de um estado de consciência renovado e
expandido. A vestimenta existente expressa as limitações usuais da
personalidade como egoísmo, preconceito, intolerância, cegueira espiritual e
outros grilhões da mente, que devem ser descartados para que uma nova fase
evolutiva possa ser adentrada. Geralmente, uma veste nova ou lavada significa
um novo corpo para a consciência, uma vez terminada uma etapa de experiência de
vida no mundo. Agora a Veste do Filho é do
melhor tecido, o mais sutil, a veste de Luz, ou Manto de
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Glória.
O Pai disse: ponde-lhe um anel no dedo e sandálias nos pés. O círculo
(anel) é o símbolo da eternidade
e do poder e sabedoria eternos. Um ciclo foi terminado, e o anel indica que
outro deverá ser começado, pois a progressão cíclica não tem começo concebível
nem fim imaginável. O anel simboliza também
os poderes adquiridos com o término do ciclo anterior. A colocação de sandálias
nos pés complementa o simbolismo do anel no fim de um ciclo. A
substância macrocósmica, especialmente a mais
densa, é comumente representada por calçados, pois esses são colocados na parte
inferior do corpo.
O Ser está agora capacitado a
entrar num novo ciclo devidamente aparelhado. Ao lavar os pés de seus
discípulos, Jesus pretendeu o mesmo significado. Os pés simbolizam a fundação
da vida humana e das atividades diárias. Quando são purificados ou 'lavados'
pela ação inspiradora e iluminadora do Princípio
Crístico no interior de cada homem, então, é alcançada a autopurificação.
O novilho cevado, simboliza o resultado do processo criativo.
Macrocosmicamente, comer o novilho cevado indica a
absorção na Fonte divina de todas experiências e poderes resultantes do
processo de manifestação em seus ciclos involutivo e evolutivo.
No homem, o microcosmo, o novilho é o símbolo da sabedoria intuitiva, que nasce
da descida da vontade espiritual ao veículo da inteligência abstrata, onde
reside a alma imortal. No sentido espiritual, o processo de comer o novilho
cevado, assim como todo banquete, simboliza
o estado de 'plenitude' que foi alcançado ao fim de um ciclo (como a última ceia do Senhor).
O irmão mais velho ficou com
raiva. A suposta raiva do filho mais velho deve ser tomada como uma manobra proposital para não chamar a atenção
dos profanos para a natureza mais profunda da sabedoria secreta, pois é inconcebível a inveja entre diferentes
aspectos da natureza Divina. Microcosmicamente, os dois irmãos podem ser
considerados como os dois aspectos da mente humana, abstrato e concreto. Quando ocorre a sublimação da mente concreta, após
o seu mergulho na matéria, os dois aspectos da mente são unidos e
tornam-se o princípio intelectual. Assim, é natural que no fim da grande peregrinação o filho mais novo e o mais
velho sejam reunidos na casa do Pai.
Teu irmão
estava morto e tornou a viver; ele estava perdido e foi reencontrado! A
parábola descreve estados de consciência. A morte, nesse caso,
implica na completa, ainda que temporária, perda, pelo homem
mortal, da experiência da natureza divina e imortal do verdadeiro Eu. A
ressurreição, por outro lado, descreve o
redescobrimento desse conhecimento da unidade. Estar perdido significa o estado
mental de ilusão da separatividade, que inibe temporariamente a compreensão
espiritual, principalmente da
unidade com Deus.
Queda e Redenção. A ideia da queda do homem, da maldição de Eva e do
pecado original, descritos no Gênesis, estão em íntima conexão com o tema
da Parábola do Filho Pródigo, e descrevem a 'queda' do Espírito
na matéria e sua eventual redenção, simbolizada pela jornada do filho pródigo
ao país longínquo
e seu retorno à casa do Pai. Em contato com a matéria, o Espírito perde
temporariamente a consciência da unidade,
desenvolvendo a ilusão da separatividade, individualismo, orgulho, sensualidade,
que constituem o preço que cada habitante da Terra deve pagar para alcançar o
estado do Homem Perfeito, o Adepto.
Tudo o que é meu
é teu. A suave reprimenda do Pai ao filho mais velho, constitui a afirmação da
verdade eterna de que todos os seres são expressões da vida una divina.
Consequentemente, todas as manifestações da
vida una participam nas realizações umas das outras, ainda que aparentemente separadas.
A afirmação do Pai sobre a unidade aparece corretamente ao final da estória,
que descreve alegoricamente o término de um
grande ciclo.
Está
implícito que a descida do 'filho' de sua morada celestial de eterna harmonia e
bem- aventurança obedece a um desígnio da maior
transcendência e não representa uma atitude de rebeldia ou
de
desrespeito, mas, ao contrário, constitui-se num ato de total obediência à
vontade do Pai. *
*Este texto
foi retirado do livro Os Ensinamentos de Jesus e a Tradição Esotérica Cristã,
de
Raul Branco,
publicado pela Editora Pensamento em 1999.*
E POR FIM A
ORAÇÃO QUE O PAI NOS ENSINOU
O PAI NOSSO
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Na época de Jesus era costume os Rabinos
(Mestres) ensinarem aos seus discípulos as práticas
espirituais
e uma delas era a oração.
" E aconteceu que, estando JESUS a orar num certo lugar, quando
acabou, lhe disse um dos seus discípulos: Senhor, ensina-nos a orar, como
também João ensinou aos seus discípulos." (Lc
11,1)
Jesus
lhes respondeu: "Mas tu, quando orares, entra no teu aposento, e, fechando
a tua porta, ora a teu Pai em segredo; e teu
Pai, que vê secretamente, te recompensará." (Mt 6,6) Oração é comunhão - intimidade
secreta com Deus. "E, orando, não useis de vãs repetições, como os gentios,
que pensam que, por muito falarem serão
ouvidos." (Mt 6, 7) Vãs repetições não impressionam Deus. "não vos assemelheis, pois, a eles; porque o vosso Pai sabe
o que vos é necessário, antes de vós lhe pedirdes." (Mt 6,8) Deus já sabe o que precisa antes de lhe pedir.
ORAI ASSIM:
Portanto, vós orareis assim: PAI NOSSO, QUE ESTAIS NO CEU: A passagem que vem a
seguir mostra-nos a nossa posição de filhos para com o Pai: Em primeiro plano,
Deus é Pai. Este é o tipo de relacionamento que Deus quer ter conosco. Deus
amou-nos de tal maneira que quis ter em nós
filhos e filhas. "Vede quão grande amor nos tem concedido o Pai, que
fôssemos chamados filhos de Deus. Por isso o mundo não nos conhece; porque não
o conhece a ELE. Amados, agora somos filhos de Deus, e ainda não é
manifestado o que havemos de ser. Mas sabemos que, quando ele
se manifestar, seremos
semelhantes a ele; porque assim como é o veremos. " (1 Jo 3, 1-2)
QUE ESTÁIS
NOS CÉUS
O QUE É O
CÉU?
Céu:
"Porque, assim como desce a chuva e a neve dos céus, e para lá não torna,
mas rega a
terra, e a faz produzir, e
brotar, e dar semente ao semeador, e pão ao que come" (Is 55, 10); aqui
nos fala do céu atmosférico, onde estão as nuvens, o circulo da abóboda
celeste, o chamado céu azul, onde nós
respiramos e nos movemos.
Céu: "Os
céus manifestam a glória de Deus e o firmamento anuncia a obra das suas
mãos" (Sal 19, 2) um dia faz declaração
a outro dia, e uma noite mostra sabedoria a outra noite. Sem linguagem, sem
fala, ouvem-se as suas vozes. Em toda a extensão da terra, e as suas palavras
até ao fim do mundo.
Céu: De que céu estaria Jesus a
falando? Jesus falava do lugar onde Deus habita " Pai nosso que estás no
céu", o mesmo lugar de glória que o próprio Senhor Jesus tinha deixado
para vir à terra salvar a humanidade. É o
céu acima das nuvens e dos planetas. O Céu onde Deus habita e para onde Jesus prometeu ir preparar morada para os salvos é um
lugar definido, um país celestial, a nova Jerusalém, o lar preparado
para os filhos de Deus. O apóstolo Paulo, fala-nos do 3º céu, ao paraíso de
Deus: (2Cor 12, 1- 7) "Em verdade que não convém gloriar-me; mas passarei
às visões e revelações do Senhor. Conheço um homem em Cristo que, há 14 anos
(se no corpo não sei, se fora do corpo não sei: Deus o sabe) foi arrebatado até
ao terceiro céu. E sei que o tal homem (se no corpo, se fora do corpo, não sei;
Deus o sabe). Foi arrebatado ao paraíso; e ouviu palavras inefáveis, de que ao
homem não é lícito falar. De um assim me gloriarei eu, mas, de mim mesmo, não
me gloriarei, senão nas minhas fraquezas".
SANTIFICADO
SEJA O TEU NOME
"Não
tomarás o nome do Senhor, teu Deus, em vão: porque o Senhor não terá por
inocente o
que tomar o seu nome em
vão". (Ex 20, 7) A palavra "santificar" significa separar para o
uso exclusivo de Deus. Quando eu estou a orar para que o nome de Deus seja
santificado, devo-me lembrar que eu fui batizado
nesse nome, logo eu transporto o nome de Deus, porque sou o templo do Deus
vivo. Logo devo santificar o nome de
Deus na minha vida. " Mas, como é santo aquele que vos chamou, sede vós
também santos em toda a vossa
maneira de viver" (1 Pd 1, 15)
Quando Jesus orou
"Santificado seja o teu nome", Jesus estava dizendo ao Pai:
"Santificado seja o teu nome através da minha vida",
"Santificado seja o teu nome em mim, Pai". Que as nossas vidas
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possam proclamar o mesmo desejo, de
viver vidas santas e de santificar assim o nome de Deus para que
os homens
possam glorificar o nosso Pai que está no Céu.
VENHA O TEU
REINO O que é o Reino de Deus?
"Porque o Reino de Deus não é comida nem bebida, mas
justiça, e paz, e alegria no Espírito
Santo".
(Rm 14,17)
Certo dia,
Jesus foi interrogado pelos religiosos daquela época acerca do reino de Deus e,
interrogado pelos fariseus sobre quando havia de vir o
reino de Deus, respondeu-lhes: "O Reino de Deus não vem com
aparência exterior. Nem dirão: Ei-lo aqui, ou: Ei-lo ali; porque eis que o
Reino de Deus
está entre vós". (Lc
17;20-21)
O que é que
Jesus queria dizer ao afirmar que o Reino de Deus estava entre nós? Desde então
começou
Jesus a pregar, e a dizer: "Arrependei-vos, porque é chegado o Reino dos
Céus". (Mt 4,17).
"E, indo, pregai, dizendo: É
chegado o Reino dos Céus". (Mt 10,7)
Jesus
estava anunciando a chegada do reino dos céus, o início da Era da Graça de
Deus, o tempo do refrigério.
Jesus orava
para que se estabelecesse o Reino de Deus e o seu domínio sobre a humanidade.
Agora o
Reino de Deus já, aqui está desde essa data através dos que têm as primícias do
Espírito, a Igreja, mas no tempo futuro,
chamado o "Dia do Senhor" então o Reino de Deus e o seu Rei serão
estabelecidos para todo o sempre. Esta deve ser também a nossa oração e anseio
"Venha a nós o Teu Reino".
SEJA FEITA
A TUA VONTADE, ASSIM NA TERRA COMO NO CÉU
Jesus mesmo disse: "Porque eu desci do céu, não para
fazer a minha vontade, mas a vontade
daquele que me enviou" (2 Jo 4, 34) "A minha
comida é fazer a vontade daquele que me enviou, e
completar a
sua obra". (Jo 6, 38)
Aquilo que alimentava Jesus, que
o fortalecia e animava aqui na terra era fazer a vontade de Deus. Conforme Deus
tinha o plano para a vida de Jesus, Ele também tem planos para nós aqui na
terra. Para que a Sua vontade se cumpra em e
através de nós, tem que haver uma rendição da nossa vontade à vontade de Deus.
E ainda adverte: "Nem todo o que me diz: Senhor, Senhor! entrará no Reino
dos
Céus, mas aquele que faz a
vontade de meu Pai, que está nos Céus." (Mt 7,21)
Assim na
terra como no céu
Quem
está no Céu? - No céu está Deus, Jesus, os Anjos e os Salvos em Cristo onde a
vontade de
Deus é
completamente obedecida.
E aqui na Terra? - Aqui na Terra
está o homem, onde a vontade de Deus nem sempre é obedecida. Por isso o homem precisa deixar-se moldar por Deus
para cumprir a sua vontade.
Lembremos de como o homem foi
formado: "E formou o Senhor Deus o homem do pó da terra, e
soprou-lhe nas narinas o fôlego
da vida; e o homem tornou-se alma vivente." (Gn 2, 7)
Assim na
Terra... A terra, o barro somos nós. Se quisermos que se cumpra a vontade de
Deus aqui na Terra (em nós) só há um caminho, como o Salmista diz:
"Deleito-me em fazer a tua vontade, ó Deus
meu; sim, a tua lei está dentro
do meu coração." (Sal 40, 8)
Jesus viveu
de maneira a deixar-nos o exemplo: viveu a vontade de Deus aqui na terra.
"Se
guardardes os meus mandamentos, permanecereis no meu amor; do mesmo modo que eu
tenho guardado os mandamentos de
meu Pai, e permaneço no seu amor." (Jo 15, 10)
"Vós sereis meus amigos, se
fizerdes o que eu vos mando" (2 Jo 15, 14) Se fizermos o mesmo, se
formos
obedientes, então o Céu descerá à terra e o Reino de Deus dominará.
O PÃO NOSSO
DE CADA DIA DÁ-NOS HOJE
Deus
preocupa-se com o nosso sustento.
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" Com o suor do
teu rosto comerás o teu pão, até que te tornes à terra; porque dela foste
tomado;
porquanto és pó e do pó te foste tirado." (Gn 3, 19) Há pessoas que pensam
que o trabalho é uma maldição, mas Jesus nos
diz que o Pai trabalha até agora, e que Ele trabalha também. Estava preparado para Adão e Eva trabalharem o jardim do
Éden. A maldição não é o trabalho em si, mas sim o cansaço e a fadiga é que não estavam no plano de Deus.
Vejamos o que nos diz o Apóstolo Paulo, que foi um homem experimentado
em trabalhos: "Porque, quando ainda estávamos convosco, vos
mandamos isto, que, se alguém não quiser trabalhar, não coma também" ( 2 Tes
3, 10) Pode parecer um pouco radical, mas, Deus mesmo nos deu o exemplo, trabalhou seis dias e descansou no
sétimo.
Jesus Cristo foi a pessoa mais
equilibrada aqui na Terra e também conhecia a Escritura que diz: no Livro do
Deuteronômio (8, 2-3) " E te lembrarás de todo o caminho, pelo qual o
Senhor teu Deus te guiou no deserto estes quarenta anos, para te humilhar, e te
provar, para saber o que estava no teu coração,
se guardarias os seus mandamentos, ou não. E te humilhou, e te deixou ter fome,
e te sustentou com o maná, que tu não conheceste, nem teus pais o conheceram;
para te dar a entender que o homem não
viverá só de pão, mas de tudo o que sai da boca do SENHOR viverá o homem."
(Cfr. Mt 4, 4) Agora veja, a Palavra de Deus diz que o homem não viverá só pelo
alimento físico e Jesus mesmo disse que Ele
é o Verdadeiro Pão (Jo 6, 32-58) " Disse-lhes, pois, Jesus: Na verdade,
na verdade vos digo: Moisés não vos deu o pão do Céu; mas meu Pai vos dá o
verdadeiro Pão do Céu. Porque o pão de Deus
é aquele que desce do Céu e dá vida ao mundo. Disseram-lhe, pois: Senhor
dá-nos sempre desse pão. E Jesus lhes disse: Eu sou o pão da vida; aquele que
vem a mim não terá fome, e quem crê em mim nunca terá sede. Mas já vos disse
que também vós me vistes, e contudo não credes. Todo o que o Pai me dá virá a
mim; e o que vem a mim de maneira nenhuma o lançarei fora. Porque eu desci do
céu, não para fazer a minha vontade, mas a vontade daquele que me enviou. E a
vontade do Pai que me enviou é esta: Que nenhum de todos aqueles que me deu se
perca, mas que o ressuscite no último dia. Porquanto a vontade daquele que me
enviou é esta: Que todo aquele que vê o
Filho, e crê nele, tenha a vida eterna; e eu o ressuscitarei no último dia. Murmuravam,
pois, dele os judeus, porque dissera: Eu sou o pão que desceu do céu. E diziam:
Não é este Jesus, o filho de José, cujo pai
e mãe nós conhecemos? Como, pois, diz ele: Desci do céu? Respondeu,
pois, Jesus, e disse-lhes: Não murmureis entre vós. Ninguém pode vir a mim, se
o Pai que me enviou o não trouxer; e eu o
ressuscitarei no último dia. Está escrito nos profetas: E serão todos
ensinados por Deus. Portanto, todo aquele que do Pai ouviu e aprendeu vem a
mim. Não que alguém visse ao Pai, a não ser aquele que é de Deus; este tem
visto ao Pai. Na verdade, na verdade vos digo que aquele que crê em mim tem a
vida eterna. Eu sou o pão da vida. Vossos pais comeram o maná no deserto, e
morreram. Este é o pão que desce do céu, para que o que dele comer não morra.
Eu sou o pão vivo que desceu do céu; se alguém comer deste pão, viverá para
sempre; e o pão que eu der é a minha carne, que eu darei pela vida do mundo.
Disputavam, pois, os judeus entre si, dizendo: Como nos pode dar este a sua carne a comer? Jesus, pois, lhes disse: Na
verdade, na verdade vos digo que, se não comerdes a carne do Filho do
homem, e não beberdes o seu sangue, não tereis vida em vós mesmos. Quem come a minha carne e bebe o meu sangue tem a vida
eterna, e eu o ressuscitarei no último
dia. Porque a minha carne verdadeiramente é comida, e o meu sangue verdadeiramente
é bebida. Quem come a minha carne e bebe o meu sangue permanece em mim e eu
nele. Assim como o Pai, que vive, me enviou, e eu vivo pelo Pai, assim, quem de
mim se alimenta,
também
viverá eternamente" (Jo 6, 32-58)
Jesus faz a comparação do pão
espiritual com o maná. O Pão Verdadeiro é Jesus, O Verbo, A
Palavra, por
isso a melhor forma de termos comunhão com Ele é através da Palavra de Deus, a
Bíblia.
50
Há um ditado popular que diz "Você
é aquilo que come" . (Jesus é como o Pão). A pergunta que se
coloca é: "De que é que você
está se alimentando? Qual é o seu pão?" Será que está se alimentando de
Jesus o Pão
da Vida?
E PERDOA-NOS AS
NOSSAS DÍVIDAS (= OFENSAS), ASSIM COMO NÓS PERDOAMOS
AOS NOSSOS
DEVEDORES (= OS QUE NOS TEM OFENDIDO)
E NÃO NOS
DEIXEIS CAIR EM TENTAÇÃO; MAS LIVRAI-NOS DO MAL, amém
Jesus conhece
o coração humano e a necessidade que ele tem de ter paz e ser amado. "Se
confessarmos
os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados, e nos
purificar de toda a
injustiça."
(1 Jo 1, 9)
Jesus é o nosso Advogado diante do Pai para nos absolver de toda a
culpa. Recebemos o maior exemplo
de perdão, Jesus mesmo nos perdoou sendo nós pecadores: Jesus, porém, disse na
Cruz: "Pai, perdoai-lhes; porque não
sabem o que fazem. Então repartiram as vestes dele, deitando sortes sobre
elas"
(Lc 23, 34)
"Antes
sede uns para com os outros benignos, misericordiosos, perdoando-vos uns aos
outros, como também Deus vos perdoou em Cristo" (Ef 4, 32) Se Deus nos
perdoa as nossas dívidas, quem
somos nós
para cobrar as dívidas dos nossos semelhantes?
Se nós não perdoarmos aos outros
o que Jesus diz: "Porque, se perdoardes aos homens as suas ofensas, também vosso Pai celestial vos perdoará a
vós; se, porém, não perdoardes aos homens,
tampouco
vosso Pai perdoará vossas ofensas" (Mt 6, 14-15)
Esta é uma
condição espiritual para a nossa vida, se queremos ser perdoados por Deus,
temos que perdoar aos outros, sem reservas.
Jesus foi em tudo tentado como nós e Ele sabia a nossa dificuldade perante a tentação. " Então foi conduzido
Jesus pelo Espírito ao deserto, para ser tentado pelo
diabo."
(Mt 4, 1)
"Vigiai e
orai, para que não entreis em tentação; na verdade, o espírito está pronto, mas
a carne é fraca." (Mt 26, 41) O caminho é andar no espírito como nos diz:
"Digo, porém: Andai em Espírito, e não cumprireis a concupiscência da
carne. Porque a carne cobiça contra o Espírito, e o Espírito contra
a carne; e estes opõem-se um ao
outro, para que não façais o que quereis." (Gal 5, 16-17)
A tentação
funciona a nível da carne para conduzir ao pecado e atingir o espírito.
"Ninguém,
sendo tentado, diga: de Deus sou tentado; porque Deus não pode ser tentado pelo
mal,
e
a ninguém tenta. Mas cada um é tentado, quando atraído e engodado pela sua
própria concupiscência. Depois, havendo a concupiscência concebido, dá à luz o
pecado; e o pecado, sendo consumado, gera a morte." (Tg 1, 13-15) A tentação
vem sempre do exterior, para afetar o interior, ou seja o caminho da tentação é Carne (corpo), mas graças a Deus pela
promessa, " Não veio sobre vós tentação, senão humana; mas fiel é Deus,
que não vos deixará tentar acima do que podeis, antes com a tentação dará
também o
escape, para que a possais suportar" (1 Cor 10, 13)
Jesus agora pode socorrer a todos os que são tentados. Clame a Ele que
Ele o livrará. " Porque
naquilo que Ele mesmo, sendo
tentado, padeceu, pode socorrer aos que são tentados." (Hb 2, 18)
Jesus ainda ensinou que para além de pedirmos para não nos deixar
perante a tentação, para nos livrar do mal, ou seja do
poder do mal, de Satanás.
***Mensagem
ministrada no auditório da Igreja de Benfica em 2000).
Morais
Então o que
fazer?
A Bíblia
ensina que agora podemos resistir ao Diabo:
51
Orador: Henrique
"Sujeitai-vos, pois, a Deus; mas
resisti ao Diabo, e ele fugirá de vós.." (Tg 4, 7)
"Nem
deis lugar ao diabo" (Ef 4, 27)
"Sabemos
que aquele que é nasceu de Deus não peca; mas o que é gerado de Deus se
acautela, e
o maligno não lhe toca." (1 Jo 5, 18)
O que este
versículo nos ensina é que aquele que é nascido de Deus não vive
permanentemente a pecar, porque tenta
agradar a Deus. Quando eu não peco voluntariamente o maligno, o diabo nada me
pode
fFzeNTES E BIBLIOGRAFIA aO r
"Pois Teu é o Reino, o Poder
e a Glória para sempre" (Mt 6, 9-13).
"Por
isso, também Deus O exaltou soberanamente, e lhe deu um nome que é sobre todo o
n m ; Para te osnome n e us se dobr todo -ohttep://volquemao aoevadegJelsho.com/bleog o joelho dos que estão nos
céus, e na terra, e debaixo
daMblira,aEaegmamaní-sgtuaãdonneosrseiuquiedJeiAldCriIdaeéaodSeENHOR,apara
gl00ia de Deus Pai." (Fil 2, 9-11)
-Bíter a S
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-esus éso
Senhor do iReria caudo facadátsórjeoits aosgsreus pés. Benfic em 2 ór 0 f
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- Golds Pormiim Jesus iSá.
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Gr.a-ças,DespernamdumConscdistacntae,Mísmcaam-ente .umenfsgumaentoum homem
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f-aGeoldsmitsh JoelaS. - Asntral.aTvrmsodouMaestrbeomEd.
Pensaãmentondo não leva o crente ao diálogo z ndo da ua rez um
ma P a e a se l do - ! Toda oraç o, qua
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CamainhioeIncfiionitop-eEd.mMntrtinaClraaret mente carnal inquieta, preocupada G dsm , p o me . - o leva o s l n de nsa e ao, c la sua
com a m -- Golsdcsoisiatshdeoelmundo,Uaniãm conmoienrtee ectotm Deursc-
Ede.vaenvsaamende, ao silencio interior até o Jste S.- A
ssi o mes sc a p i iva a p e e o l P a cuida to
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www.cuidardoser.com.br
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http://www.caminhosdeluz.
- Brian Weiss
muitas vidas, muitos mestres editora: sextante.
-
http://ismaelitanasc.blogspot.com
-
http://www.estudosdabiblia.net
- http:/
http://www.divinapresenca.com.br
-
arcoiris@espacoarcoiris.com.br
- Mensagem de André Luiz, canalização de Elis Angelis em
07.02.2011, às 00h25min, em conferência com o Grupo - Somos
Luz em Ação e Sandra M. Luz. (Autorizado E- Mail
Sandra)
-
http://www.grandefraternidadebranca.com.br/yogananda.htm
-voltemosaoevangelho.com/blog/2011/03/sofrimento
e-a-gloria-de-deus-john-piper-nao--
desperdice-seu-cancer/
Rohden
Huberto - Por que Sofremos pg. 18 Editora Martins Claret 11ª edição
-www.dionarioweb.com)1
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